Tenho estado incrivelmente sozinha em mim. Tenho tentado escrever o mundo que existe além dos meus olhos ora claros, ora nublados de cinza e água. Tenho dito frases pela metade de sentidos controversos. Tenho o silêncio beirando o desespero introvertido, intravenoso. Tenho tido tempo e espaço para minhas próprias rimas embora no pensamento sequer solto a poesia.
Tenho metido os pés na rua e as mãos na lua. Tenho dado motivos, despertado sentidos outrora adormecidos e tenho sentido. Tenho sentido muito.
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