Fujo da morte como o diabo foge da cruz e fujo da vida também que é pra não correr o risco de, deus me livre, perder o pouco que me resta. De deus eu já me livrei, mas essa bendita eternidade me inferniza.
- Mata o caboclo não, sinhô, deixa a vida existir! Gritou seu zé que mora ali bem perto.
Fujo de vagarinho, quase caindo, quase saltando. Pairo entre lá e cá assistindo o dia cair e a noite entrar feito passarinho que esqueceu de voar.