sábado, 13 de agosto de 2011

Deus fez a mulher,
feito sentinela
o pobre do Diabo
no dia seguinte
fodeu com ela.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Monótonos monólogos desses marasmos

O que ouço são silêncios dessas vozes que nem são minhas
São os passos grotescos dessa gente que olha, mas finge que não vê.
O que eu procuro não são mais minhas expectativas ilusórias de outrora; 

aquilo que me mantém não é mais o psicológico machadiano daqueles livros que nem li.
A teoria dos meus dias é o seu próprio paradoxo.Não suporto mais esse vai e vem de verdades, essas mentiras caladas na boca e gritantes nos olhos.
Diga-me o que lhe parece ser certo que farei o contrário! Diga-me seus medos de hoje, que lhe contarei os de amanhã! Diga-me somente o necessário, para evitar sua própria contradição!
Ah, essa gente que me atormenta...deixarão ao menos uma vez que eu seja minha própria sombra? Deixarão vocês, ao menos por um instante, que eu use minhas palavras sem receio?
Ah, essa gente e suas certezas...poderia eu continuar com minhas pequenas e vitais dúvidas?
Eu, que por muito tempo acreditei na compreensão, no sentido mais cético das infâmias!



escrito em 1 de setembro de 2007

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

Os maluco costumam têm orverdose de mil e uma químicas
que eu sonharia em mil e uma noites e nunca chegaria.
Minha overdose é de tristeza. Tristeza profunda. Deveria ser atestado como caso grave,
em qualquer caso. Vi aos redores ao menos cinqüenta rostos felizes, e o seu estava radiante. Radiante, e só eu não radiava nada. Oversadtrip, ou puta tristeza sem fim mesmo essa que me bate e é o caralho.
Tristeza de quem pára para pensar
na tristeza.
E só.